Nirvana: trecho de “Montage Of Heck” mostra possíveis nomes

Surgiu outro clipe de “Montage Of Heck”, documentário sobre o frontman do NIRVANA, Kurt Cobain. Neste trecho você pode ver alguns rabiscos nos cadernos de Kurt, escolhendo ainda nomes para sua banda antes de definir o conhecido NIRVANA.

Outros nomes considerados pelo vocalista incluem: The Reaganites, The Mandibles, Cold and Wet, Window Pain, Fecal Matter, Drugs For Sale e Erectum. Uma curiosidade é que desde alguns desses de fato se tornaram nomes de bandas inspiradas pelo NIRVANA.

http://www.theguardian.com/film/video/2015/apr/01/cobain-montage-of-heck-kurt-cobain-clip?CMP=embed_video

Fonte: NME

Anúncios

19 ANOS SEM MAMONAS ASSASSINAS! QUAL A MÚSICA MAIS ZOEIRA DA BANDA?

 

Se existe uma banda em que a frase: “A zoeira não tem limites”, se encaixa perfeitamente, essa banda foi a Mamonas Assassinas!

Fazendo sucesso com todos os públicos, de todas as faixas etárias, a Mamonas Assassinas foi a banda mais original que surgiu no Brasil. Se você estava por aqui nos anos 90, com certeza já coreografou muito o “Melô Do Piripiri” dos caras.

Fonte:http://atl.clicrbs.com.br/atlpop/2015/03/02/19-anos-sem-mamonas-assassinas-qual-a-musica-mais-zoeira-da-banda/

John Winston Ono Lennon MBE – John Winston Lennon; Liverpool, 9 de outubro de 1940 — Nova Iorque, 8 de dezembro de 1980

John Winston Ono Lennon MBE (nascido John Winston Lennon; Liverpool, 9 de outubro de 1940Nova Iorque, 8 de dezembro de 1980) foi um músico, guitarrista, cantor, compositor, escritor e ativista britânico.

John Lennon ganhou notoriedade mundial como um dos fundadores do grupo de rock britânico The Beatles, onde junto com Paul McCartney, formaram uma das maiores duplas de compositores do Século XX. Em 1966, conheceu a artista plástica japonesaYoko Ono. Em 1968, Lennon e Yoko produziram um álbum experimental, Unfinished Music No.1: Two Virgins, que causou controvérsia por apresentar o casal nu, de frente e de costas, na capa e contracapa. A partir deste momento, John e Yoko iniciariam uma parceria artística e amorosa. Cynthia Powell pediu o divórcio no mesmo ano, alegando adultério. Em 1969, o casal se casou numa cerimônia privada no rochedo de Gibraltar. Usaram a repercussão de seu casamento para divulgar um evento pela paz, chamado de “Bed in“, ou “John e Yoko na cama pela paz”, como um resultado prático de sua lua-de-mel, realizada no Hotel Hilton, em Amsterdã. No final do mesmo ano, Lennon comunicou aos seus parceiros de banda que estava deixando os Beatles. Ainda no mesmo período, Lennon devolveu sua medalha de Membro do Império Britânico à Rainha Isabel II,2 como uma forma de protesto contra o apoio do Reino Unido à guerra do Vietnã, o envolvimento do Reino Unido no conflito de Biafra e “o fraco desenvolvimento de Cold Turkey nas paradas de sucesso”.

Em 10 de abril de 1970, Paul McCartney anunciou oficialmente o fim dos Beatles. Antes disso, John Lennon havia lançado outros dois álbuns experimentais, Life with lions e Wedding album. Também lançara o compacto “Cold Turkey” e o disco ao vivo Live peace in Toronto, creditados à banda Plastic Ono Band, com a participação de Eric Clapton. No final do ano, sai o primeiro disco solo de Lennon, após o fim dos Beatles: John Lennon/Plastic Ono Band, que contou com a participação de Ringo Starr, Yoko Ono e Klaus Voormann.

Durante a década de 1970, John e Yoko envolveram-se em vários eventos políticos, como promoção à paz, pelos direitos das mulheres e trabalhadores e também exigindo o fim da Guerra do Vietnã. Seu envolvimento com líderes da extrema-esquerda norte-americana, com Jerry Rubin, Abbie Hoffman e John Sinclair, além de seu apoio formal ao Partido dos Panteras Negras, deu início a uma perseguição ilegal do governo Nixon ao casal. A pedido do Governo, a Imigração deu início a um processo de extradição de John Lennon dos EUA, que durou cerca de três anos, período em que John ficou separado de Yoko Ono por 18 meses, entre 1973 e 1975.

Após reconciliar-se com Yoko, vencer o processo de imigração e conseguir o Green Card, Lennon decidiu afastar-se da música para dedicar-se à criação de seu filho Sean Taro Ono Lennon, nascido no mesmo dia de seu aniversário, em 1975. O casal voltou aos estúdios em 1980 para gravar um novo álbum, Double Fantasy, lançado em novembro. Era como um recomeço. Porém em 8 de dezembro do mesmo ano, John foi assassinado em Nova York por Mark David Chapman, quando retornava do estúdio de gravação junto com a mulher.

Dentre as composições de destaque de John Lennon (creditadas a Lennon/ McCartney) estão “Help!“, “Strawberry Fields Forever” e “All You Need Is Love“, “Revolution“, “Lucy in the Sky with Diamonds“, “Come Together“, “Across the Universe, “Don’t Let Me Down” e na carreira solo “Imagine“, “Instant Karma!“, “Happy Xmas (War is Over)“, “Woman”, “(Just Like) Starting Over” e “Watching the Wheels”.

Recebeu uma Estrela da Calçada da Fama de Hollywood em 30 de setembro de 1988. Em 2002, John Lennon entrou em oitavo lugar em uma pesquisa feita pela BBC como os 100 mais importantes britânicos de todos os tempos. Recentemente, em 2008, John foi considerado pela revista Rolling Stone o 5º melhor cantor de todos os tempos. Foi considerado o 55º melhor guitarrista de todos os tempos pela revista norte-americana Rolling Stone.

 

John era um destaque na banda. Allan Williams agenciou alguns shows em clubes noturnos de Hamburgo para os Beatles em 1960. Na época os Beatles passaram a ser formados por John Lennon (guitarra), Paul McCartney (guitarra), George Harrison (guitarra), Stuart Sutcliffe (baixo) e Pete Best (bateria). A primeira viagem a Hamburgo foi uma tragédia. Eles dormiam dentro de um cinema abandonado, em condições precárias, e deviam seguir um contrato para tocar lá. Eles tocavam na casa noturna determinada, mas resolveram quebrar o contrato, tocando em outro lugar também. Assim, o homem que os contratou ficou furioso e denunciou George, que era menor de idade, e George foi deportado, gastando todo o dinheiro que ganhara. Além disso, a banda foi acusada de ter causado intencionalmente um incêndio no cinema. A desculpa deles foi de que, como não tinha luz, eles tentaram fazer uma fogueira e perderam o controle. Eles voltaram arrasados para Liverpool e este foi quase o fim da banda.

No dia 21 de março de 1961, os Beatles fizeram a primeira de uma série de apresentações no Cavern Club de Liverpool. Eles voltaram a Hamburgo em abril do mesmo ano. Gravaram um disco acompanhando Tony Sheridan na canção “My Bonnie“. Stuart acabou abandonando a banda para se casar com a alemã Astrid Kirchherr e não voltou mais a Liverpool. Isso talvez tenha sido uma coisa boa, pois Stuart tocava mal a ponto de ser pressionado por Paul McCartney, chegando a bater no guitarrista no palco, e ele só entrara na banda devido a sua amizade com John, que insistira demais, a ponto de ter feito o amigo gastar o dinheiro que ganhara como artista plástico, seu sonho de profissão, para comprar o contrabaixo. Assim, Paul McCartney se tornou o baixista da banda.

No dia 9 de novembro de 1961, Brian Epstein viu os Beatles pela primeira vez tocando no Cavern Club e mais tarde assinou um contrato para empresariá-los. No dia 31 de dezembro, eles foram a Londres tentar arrumar um contrato de gravação com a Decca Records, mas foram dispensados. Em abril de 1962, os Beatles voltaram a Hamburgo para tocar no Star Club e receberam a notícia da morte de Stu. Isso foi um choque para John que já havia perdido seu tio George e sua mãe Julia.

Finalmente, assinaram um contrato de gravação em 9 de maio de 1962 com a Parlophone Records. George Martin, o produtor musical dos Beatles, sugeriu que eles trocassem de baterista, o que foi feito com a entrada de Ringo Starr também de Liverpool. Finalizava-se então a formação dos Beatles com John Lennon (guitarra rítmica), Paul McCartney (baixo), George Harrison (guitarra solo) e Ringo Starr (bateria). Tal formação manteve-se nos shows e nos discos até a fase “psicodélica” da banda, quando os integrantes passaram a demonstrar talento e interesse em outros instrumentos, inclusive Lennon passa a se destacar não só em guitarra base, mas também solo (Get Back, Honey Pie, Birthday, Revolution), contrabaixo (Helter Skelter, Back in the USSR, Let it Be, Long and winding road, esta última tendo a linha de baixo odiado por McCartney e ajudou a contribuir com a intriga em torno da música que também fora arranjada por Phil Spector, a contragosto do compositor) e teclado e piano (I’m down, Oh, Darling!, Something). John Lennon foi também quem gravou a gaita nas músicas dos Beatles.

Em 5 de outubro de 1962, os Beatles lançaram seu primeiro compacto com a canção “Love me Do“. E no dia 11 de fevereiro de 1963, em apenas um dia, gravaram seu primeiro álbum Please Please Me. Não demorou muito para os Beatles se tornarem um grande sucesso na Inglaterra. E, com o posterior sucesso nos Estados Unidos, iniciava-se abeatlemania.

Na primeira fase do grupo, John era responsável pela maioria das composições dos Beatles, mesmo elas sendo assinadas como dupla Lennon/McCartney. Era evidente sua liderança e maior produtividade musical na banda. John Lennon também começou a desenvolver-se como letrista e compôs algumas canções mais intimistas influenciado por Bob Dylan como “I’m a loser” e “You’ve got to hide your love away”. Durante a segunda fase dos Beatles, John revelou-se cada vez mais um grande letrista. Entre suas composições estão “All you need is love“, “Strawberry Fields Forever“, “A day in the life” e “Across the Universe” entre outras.

Em 1966, John declarou em uma entrevista: “O cristianismo vai desaparecer e encolher. Eu não preciso discutir isso, eu estou certo e eu vou provar. Nós somos mais populares que Jesus agora. Eu não sei qual será o primeiro – o rock ‘n’ roll ou o cristianismo. Jesus estava certo, mas seus discípulos eram grossos e ordinários.” A frase “somos mais populares que Jesus Cristo” repercutiu no mundo todo, recebendo ataques religiosos, gerando eventos em locais públicos de jovens religiosos queimando discos dos Beatles, e até mesmo grupos fanáticos esperaram a banda do lado de fora do show para tentar matá-los. John pediu desculpas publicamente, alegando ter sido mal interpretado, se explicando logo depois. “Não sou antideus, nem anticristo, nem antireligião”, disse. Ele também disse que esta frase poderia ter sido substituída por “a televisão é mais popular do que Jesus” que seria a mesma coisa e não faria tanto barulho. Com isso e mais as suas letras polêmicas na carreira solo lhe deram a fama de ateu, mas ele declarou em uma entrevista que tem uma visão diferente de Deus. “Sim, eu acredito que Deus é como uma usina de força, que ele é um poder supremo, que não é nem bom nem ruim, nem de direita nem de esquerda, nem branco nem preto, Ele simplesmente é”.

Devido à morte do empresário dos Beatles, Brian Epstein, em 1967 a banda começou a ter problemas sérios. O fracasso financeiro da Apple Corps, empresa criada pela banda, foi o começo. O clima começou a ficar tenso no estúdio, pois havia briga entre os membros. Em 1970, Paul McCartney anunciou o fim dos Beatles.

Logo após a separação, John deu uma entrevista à revista Rolling Stone, onde ele mostrou ressentimentos relacionados a Paul McCartney e aos Beatles. Segundo ele, os Beatles tratavam Yoko Ono hostilmente. Também alegava não ter o espaço que queria na banda, que a mesma perdera o sentido, e até revelou sua forte insegurança em trabalhar ao lado de Paul McCartney, algo que desde quando eles se conheceram, o atingiu. Quando viu Paul tocando pela primeira vez, se encantou, e Paul foi amigável, ensinou Lennon a tocar duas músicas que ele estava tocando errado, e John quisera ele em sua banda de primeira, mas também revelava ciúme quanto a ele. John tivera dificuldades quando começou a tocar guitarra, enquanto Paul era um prodígio com instrumentos musicais ainda mais novo. Durante o período logo após a separação da banda, Lennon demonstrava agressividade nas entrevistas quanto a Paul McCartney, alegando até que, com ele, conforme os anos, os Beatles se tornariam a “banda de apoio” que o Paul desejava deles. Ele falou tanta coisa da banda que em outra entrevista anos depois, quando as coisas se acalmaram, ele retirou algumas de suas declarações e voltou a ocasionalmente ter contato com os antigos amigos, mas isto foi perto da data da sua morte.

 

 

DISCOGRAFIA

Livros

  • John” Biografia escrita por Cynthia Lennon
  • In His Own Write
  • A Spaniard In The Works
  • Imagine this: growing up with my brother John Lennon“(escrito pela meia-irmã de Lennon, contando como foi viver com Lennon, seu irmão…)
  • John Lennon: A Vida” Biografia escrita por Philip Norman

 

Documentários e filmes

  • The U.S.A vs John Lennon, é um documentário que investe no lado de ativista pela paz de John.
  • How I Won the War, de 1967, lançado no Brasil como Que Delícia de Guerra. Dirigido por Richard Lester (de A Hard Day’s Night e Help!)
  • Imagine, de 1971, considerado um dos precursores dos atuais videos clipes, contém as canções do álbum Imagine e duas canções do álbum Fly de Yoko Ono: “Don’t Count the Waves” e “Mrs. Lennon”. Foi dirigido pelo casal Lennon.
  • Imagine: John Lennon, documentário de 1988 narrado pelo próprio Lennon, com excertos de mais de 100 horas de entrevistas e imagens do arquivo de Yoko. Dirigido por Andrew Solt.
  • The Beatles Anthology, de 1996, documentário sobre os Beatles narrado pelos próprios.
  • John Lennon Legend, em DVD, apresenta clipes de sua carreira solo
  • Gimme Some Truth, em DVD, documentário sobre a gravação do álbum Imagine
  • Chapter 27, um filme onde Lindsay Lohan vive uma fã dos Beatles em especial John Lennon. Na trama, Lindsay conhece o assassino de John Lennon e acaba por ficar amiga de Mark David Chapman, vivido por Jared Leto. O filme já se encontra nos cinemas. Relata os pensamentos de Mark em toda a sua infância até o momento da sua vida, quando atira em John Lennon, em frente à sua casa.
  • Across The Universe (2007) Across the Universe é um musical revolucionário de rock, com amores, diferenças ideológicas, sociais e belíssimas canções que recria, com delicadeza e psicodélica criatividade, a América do turbulento período do fim da década de 60. A trilha sonora do filme é inteira dos Beatles.
  • The Killing of John Lennon, filme sobre o assassinato de Lennon por Mark David Chapman. O filme foi escrito e dirigido por Andrew Piddington
  • Nowhere Boy (O Garoto de Liverpool), – Sobre a juventude de Lennon, direção de Sam Taylor Wood (2009). O filme encerrou o Festival de Cinema de Londres de 2009.

 

Fonte:http://pt.wikipedia.org/wiki/John_Lennon

Highways to Hell: As ruas mais rock’n roll do planeta

Há dez anos atrás, a Corporation Lane em Melbourne foi renomeada como AC/DC Lane em honra a maior e melhor banda da Austrália. Mas eles não são os únicos a terem a sua própria rua. Confira uma lista de locais que foram abençoadas com nomes de monstros do rock’n roll.

1 – Joey Ramone Place, New York

Em novembro de 2003, parte da East 2nd Street em Manhattan foi renomeada em honra do frontman do Ramones. É o bloco onde ele viveu uma vez e onde hoje é localizado uma CBGB (o berço do punk nos Estados Unidos, era uma casa de show, hoje é uma loja de roupas).

2 – Flaming Lips Alley, Oklahoma City

A excêntrica banda de rock alternativo ganhou essa honraria de sua terra natal em 2006. Mas dizem ser um beco pouco iluminado, com lixo em todo lugar.

 

3 – Calle De Joe Strummer, Granada

Ano passado, o icone do The Clash ganhou a homenagem de ter uma rua com seu nome. Foi na cidade em que ele se refugiou em 1984, quando o The Clash começou a desmoronar.

4 – Dave Grohl Alley, Warren, Ohio

Em 2009, o frontman do Foo Fighters recebeu esta honraria da cidade em que nasceu. Ele compareceu para a inauguração oficial e tocou uma música. Curiosamente, a mudança de nome da rua foi investigada por um policial local.

5 – Korn Row, Bakersfield

Esta rua foi oficialmente aberta em 2006, no dia em que foi marcada como Korn Row. Dizem ser um local bem calmo, mas pelo menos a placa na estrada tem a marca registrada da banda: o ‘R’ invertido.

 

6 – Tom Petty Road, Dickson, TN

Ela tem 1.57 km de extensão, então não é a rua mais extensa renomeada um nome do rock. E também não se sabe porque Dickson decidiu festejar Petty… bem, por que não?

7 – Jimi Hendrix Park, Seattle

Bem, ter um parque com seu nome é melhor que uma rua. Em 2006, um parque local foi renomeado em honra do grande guitarrista. E ele também foi homenageado na Jimi Hendrix Way em Bellingham, WA.

8- Frank Zappa Strasse, Berlin

Você vai encontrar um complexo de estúdios enorme nesta rua, que foi nomeada em 2007. Até 160 bandas podem ensaiar simultaneamente lá. Lembre-se, Zappa insistia que as paredes fossem todas derrubadas e todos ensaiassem juntos no espaço aberto.

9- Dio Way, Cortland

Ronnie James Dio cresceu em Cortland e a cidade decidiu expressar seu respeito pelo antigo morador nomeando uma rua a alguns anos atrás. E é a rua em que ele cresceu.

 

10 – Anthrax Street, Fayetteville

Em 1996, Mike Tate, um político, conseguiu persuadir as autoridades a nomear uma rua na Carolina do Norte em homenagem ao Anthrax. Só porque ela era um fã. Nada mais foi dito por ninguém até 2001, quando houve um susto por conta de uma ameça de que terroristas iriam lançar ataques com antraz (Amerithrax, uma carta foi enviada ao senador Tom Daschle com as bactérias que causam uma doença infecciosa).

Os moradores exigiram uma mudança de nome e conseguiram. Então, agora a rua se chama Allegiance Avenue

Fonte: MetalHammer

Janis Joplin, pérola atormentada

Provavelmente um ET desavisado que viesse à Terra estudar o comportamento da raça humana no final dos anos 60 estranhasse o fato de uma das maiores manifestações artístico-musicais populares do século XX – o Rock – possuir raríssimas representantes do sexo feminino, ainda mais levando-se em consideração que a música, encarada a nível de arte, requer uma dose muito grande de sensibilidade, algo comumente associado ao chamado “sexo frágil”.

E dentre estas raríssimas representantes, uma delas, sem sombra de dúvida, merece um destaque mais do que especial: Janis Lyn Joplin, que soube como ninguém mesclar sentimento, paixão e lirismo em suas interpretações, derivadas diretamente das grandes damas do blues, mas com um toque ao mesmo tempo forte e suave.

Nasceu em 19 de janeiro de 1943, na pequena Port Arthur, Texas, cidadezinha típica do interior norte-americano, careta, conservadora, que já na adolescência se tornava muito pequena para a jovem rebelde. Após idas e vindas, vinte anos depois Janis trilhava os caminhos da folk music, ao mesmo tempo em que começava seu envolvimento com drogas, pequenos furtos e brigas. Sua voz marcante e atitude irreverente refletiam sua alma atormentada.

Nancy Wilson (guitarrista da banda Heart), comentou certa vez: “Eu acho que ela permitiu às mulheres sentir sua própria dor. A dor que ela também sentia. (…) seu talento inigualável era fruto de seu sofrimento”.

Contudo, nada impediu que ela se tornasse um mito e entrasse para a lista dos imortais dos anos 60, fazendo com que a mistura de blues e rock rendesse um sucesso meteórico que durou cerca de três anos – enquanto viva; e um verdadeiro culto ao seu modo de cantar, mesmo três décadas após sua morte.

Tudo começou quando Chet Helms convidou-a para se juntar ao Big Brother & The Holding Company, banda psicodélica típica de San Francisco, em meados da década de 60. Após um álbum de estréia que passou um tanto quanto desapercebido, Janis e a banda deslancharam em 1968 com “Cheap Thrills”, que ultrapassou a marca de um milhão de cópias vendidas somente no primeiro mês, impulsionado pelo sucesso da apresentação em Monterey. Durante sua breve carreira, lançou outros dois LPs, “I Got Dem Ol’Kozmic Blues Again Mama”, com a Kozmic Blues Band, e o póstumo “Pearl”, gravado com a Full Tilt Boogie Band, título inspirado em seu apelido, ganho devido à brancura de sua pele, quase sempre longe do sol. Depois houve outros álbuns ao vivo e coletâneas com sobras de estúdio e faixas inéditas.

Em 04 de outubro de 1970, o sonho acabou: Janis foi encontrada morta em seu apartamento, vítima de overdose de heroína combinada com álcool. Talvez seu grande problema tenha sido a aversão às drogas alucinógenas (maconha, LSD), que a levou ao caminho dos estimulantes (anfetaminas, bebidas e heroína).

Conclusão: depois de ler sua história e escutar suas músicas, só existem duas maneiras de senti-la: ou você a ama ou a odeia. Experimente! Janis sempre causa reações inusitadas… as letras das canções não são intelectualizadas, não são nem mesmo grandes composições (tecnicamente falando), mas é justamente esta simplicidade e principalmente a sinceridade que brota nas suas interpretações que as tornam diferentes a cada audição. Você vai sentir!!!

“I can’t talk about my singing
I’m inside it.
How can you describe something you’re inside of?

Por Ana Therezo e Marcos A. M. Cruz

http://whiplash.net/materias/biografias/006968-janisjoplin.html

Rock In Peace: As mortes mais marcantes do Rock/Metal

Desde o seu nascimento o Rock sempre teve músicos fantásticos que produziram canções transcendentais, porém a hora chega para todos cedo ou tarde das mais diversas maneiras e muitos dos que eram (e são) considerados até hoje os mais brilhantes da história do estilo infelizmente partiram, apesar de suas obras continuarem vivas nas gravações e nos corações de cada fã. Confira abaixo algumas das mortes mais comoventes da história do Rock:

• Brian Jones, guitarrista dos Rolling Stones, falecido em 3 de julho de 1969 por afogamento.

 

• Jimi Hendrix, guitarrista falecido em 18 de setembro de 1970 sufocado com o próprio vomito.

• Janis Joplin, cantora falecida em 4 de outubro de 1970 vítima de uma overdose de heroína.

• Jim Morrison, vocalista e compositor do The Doors falecido em 3 de julho de 1971 por parada cardíaca (causa oficial) ou overdose de heroína (teoria mais aceita).

 

• Ronnie Van Zant, Steve Gaines e Cassie Gaines do Lynyrd Skynyrd mortos em 20 de outubro de 1977, vítimas de acidente aéreo.

• Keith Moon, baterista do The Who falecido em 7 de setembro de 1978 devido à uma overdose acidental de medicamentos.

• Sid Vicious, baixista do Sex Pistols falecido em 2 de fevereiro de 1979 vítima de uma overdose de heroína.

 

• Bon Scott, vocalista do AC/DC falecido em 19 de fevereiro de 1980 sufocado com o próprio vomito em decorrência de coma alcoólico.

 

• Ian Curtis, vocalista do Joy Division que cometeu suicídio por enforcamento em 18 de maio de 1980.

• John Bonham, baterista do Led Zeppelin morto em 25 de setembro de 1980 sufocado com o próprio vomito devido ao consumo excessivo de vodka.

 

• John Lennon, ex-guitarrista e vocalista dos Beatles assassinado a tiros em 8 de dezembro de 1980.

• Randy Rhoads, guitarrista de Ozzy Osbourne e Quiet Riot morto em 19 de março de 1982 vítima de um acidente aéreo.

 

• Phil Lynott, baixista e vocalista do Thin Lizzy falecido em 4 de janeiro de 1986 devido à insuficiência cardíaca e pneumonia causadas por abuso de álcool e drogas.

• Cliff Burton, baixista do Metallica morto em um acidente de ônibus no dia 27 de setembro de 1986.

 

• Raul Seixas, cantor falecido no dia 21 de agosto de 1989 vítima de pancreatite aguda fulminante.

• Cazuza, falecido em 11 de outubro de 1990 devido a sua saúde fragilizada em decorrência de AIDS.

• Stevie Ray Vaughan, guitarrista e cantor morto num acidente aéreo em 27 de agosto de 1990.

• “Dead”, vocalista da banda de Black Metal Mayhem que cometeu suicídio no dia 8 de abril de 1991.

• Eric Carr, baterista do Kiss falecido em 24 de novembro de 1991 em decorrência de câncer de coração.

• Freddie Mercury, vocalista do Queen falecido em 24 de novembro de 1991 devido a sua saúde fragilizada em decorrência de AIDS.

 

• “Euronymous”, guitarrista do Mayhem assassinado por Varg Virkenes à facadas em 10 de agosto de 1993.

• Frank Zappa, guitarrista e cantor morto em 4 de dezembro de 1993, vítima de câncer de próstata.

• Ingo Schwichtenberg, ex-baterista do Helloween que cometeu suicídio no dia 8 de março de 1995.

• Kurt Cobain, guitarrista e vocalista do Nirvana que cometeu suicídio em 5 de abril de 1997.

• Renato Russo, vocalista do Legião Urbana falecido em 11 de outubro de 1996 devido a sua saúde fragilizada em decorrência de AIDS.

• Cozy Powell, baterista do Black Sabbath, Whitesnake e Rainbow, vítima de acidente automobilístico em 5 de abril de 1998.

• Gar Samuelson, ex-baterista do Megadeth falecido em 22 de julho de 1999 em decorrência de insuficiência hepática.

• Joey Ramone, vocalista dos Ramones falecido em 15 de abril de 2001 vítima de câncer linfático.

• George Harrison, ex-guitarrista dos Beatles falecido em 29 de novembro de 2001 em decorrência de câncer.

 

• Chuck Schuldiner, vocalista e guitarrista do Death vitimado por um tumor cerebral em 13 de dezembro de 2001.

 

• Paul Baloff, ex-vocalista do Exodus morto em 2 de fevereiro de 2002 em decorrência de um acidente vascular cerebral.

• Layne Staley, vocalista do Alice In Chains morto em 5 de abril de 2002 devido à uma overdose de heroína e cocaína.

 

• Dee Dee Ramone, ex-baixista dos Ramones morto em 5 de junho de 2002 devido à uma overdose de heroína.

• John Entwistle, baixista do The Who morto em 27 de junho de 2002 devido à um ataque cardíaco ocasionado pelo uso de cocaína.

 

• Johnny Ramone, guitarrista dos Ramones falecido em 15 de setembro de 2004 em decorrência de câncer de próstata.

• Dimebag Darrell, ex-guitarrista do Pantera assassinado a tiros durante um show em 8 de dezembro de 2004.

 

• Syd Barrett, ex-guitarrista do Pink Floyd falecido em 7 de julho de 2006 vítima de câncer pancreático.

• Richard Wright, ex-tecladista do Pink Floyd falecido em 15 de setembro de 2008 vítima de câncer.

 

• Jimmy “The Rev” Sullivan, baterista do Avenged Sevenfold falecido em 28 de dezembro de 2009 devido a uma overdose acidental de oximoforna, oxicodona, diazepam, nordiazepam e etanol.

 

• Peter Steele, vocalista do Type O Negative falecido em 14 de abril de 2010 vítima de parada cardíaca.

• Ronnie James Dio, vocalista do Black Sabath, Rainbow e Dio falecido em 16 de maio de 2010 vítima de câncer de estomago.

 

• Paul Gray, baixista do Slipknot morto em 24 de maio de 2010 devido à uma overdose acidental de morfina e fentanil.

 

• Mike Starr, ex-baixista do Alice In Chains falecido em 8 de março de 2011 por razões desconhecidas.

• Würzel, ex-guitarrista do Motörhead falecido em 9 de julho de 2011 em decorrência de miocardiopatia.

• Clive Burr, ex-baterista do Iron Maiden falecido em 12 de março de 2012 enquanto dormia tranquilamente.

 

• Jon Lord, ex-tecladista do Deep Purple falecido em 16 de julho de 2012 em decorrência de embolia pulmonar.

 

• Mitch Lucker, vocalista do Suicide Silence morto em um acidente automobilístico no dia 1 de novembro de 2012.

• Jeff Hanneman, guitarrista do Slayer falecido em 2 de maio de 2013 devido à insuficiência hepática.

 

• Lou Reed, ex-Velvet Underground falecido em 27 de outubro de 2013 devido a complicações relacionadas à um transplante de fígado.

• Dave Brockie “Oderus Urungus”, vocalista do Gwar falecido em 23 de março de 2014 devido à uma overdose de heroína.

• Tommy Ramone, ex-baterista dos Ramones falecido em 11 de julho de 2014 em decorrência de câncer.


E ai? Sentiu um aperto no coração?

Por   | Fonte: Wikipedia.org

Em 25/09/1980: John Bonham, do Led Zeppelin, morre após intoxicação

Em 25/09/1980: John Bonham (Led Zeppelin) morre aos 32 anos de idade. O baterista havia deixado Worcestershire no dia anterior para encontrar com a banda nos Bray Studios, com objetivo de planejar a tour pelos Estados Unidos que iria acontecer. Ele consumiu vodka com suco de laranja durante a viagem. Depois da reunião a banda seguiu para a casa de Page em Windsor, onde Bonham continuou bebendo. Por volta de 1h45 da tarde do dia 25 de setembro o técnico de som Benji Le Fevre foi procurar por Bonham e verificou que ele não tinha pulso. Um médico foi chamado e confirmou a morte de Bonham. A autópsia revelou que a causa da morte foi um acidente: Bonham morreu sufocado no próprio vômito após beber o equivalente a 40 doses de vodka. Em 4 de dezembro de 1980 o Led Zeppelin confirmou oficialmente o fim da banda, visto ser impossível prosseguir sem o baterista original.

Fonte: Led Zeppelin