Highways to Hell: As ruas mais rock’n roll do planeta

Há dez anos atrás, a Corporation Lane em Melbourne foi renomeada como AC/DC Lane em honra a maior e melhor banda da Austrália. Mas eles não são os únicos a terem a sua própria rua. Confira uma lista de locais que foram abençoadas com nomes de monstros do rock’n roll.

1 – Joey Ramone Place, New York

Em novembro de 2003, parte da East 2nd Street em Manhattan foi renomeada em honra do frontman do Ramones. É o bloco onde ele viveu uma vez e onde hoje é localizado uma CBGB (o berço do punk nos Estados Unidos, era uma casa de show, hoje é uma loja de roupas).

2 – Flaming Lips Alley, Oklahoma City

A excêntrica banda de rock alternativo ganhou essa honraria de sua terra natal em 2006. Mas dizem ser um beco pouco iluminado, com lixo em todo lugar.

 

3 – Calle De Joe Strummer, Granada

Ano passado, o icone do The Clash ganhou a homenagem de ter uma rua com seu nome. Foi na cidade em que ele se refugiou em 1984, quando o The Clash começou a desmoronar.

4 – Dave Grohl Alley, Warren, Ohio

Em 2009, o frontman do Foo Fighters recebeu esta honraria da cidade em que nasceu. Ele compareceu para a inauguração oficial e tocou uma música. Curiosamente, a mudança de nome da rua foi investigada por um policial local.

5 – Korn Row, Bakersfield

Esta rua foi oficialmente aberta em 2006, no dia em que foi marcada como Korn Row. Dizem ser um local bem calmo, mas pelo menos a placa na estrada tem a marca registrada da banda: o ‘R’ invertido.

 

6 – Tom Petty Road, Dickson, TN

Ela tem 1.57 km de extensão, então não é a rua mais extensa renomeada um nome do rock. E também não se sabe porque Dickson decidiu festejar Petty… bem, por que não?

7 – Jimi Hendrix Park, Seattle

Bem, ter um parque com seu nome é melhor que uma rua. Em 2006, um parque local foi renomeado em honra do grande guitarrista. E ele também foi homenageado na Jimi Hendrix Way em Bellingham, WA.

8- Frank Zappa Strasse, Berlin

Você vai encontrar um complexo de estúdios enorme nesta rua, que foi nomeada em 2007. Até 160 bandas podem ensaiar simultaneamente lá. Lembre-se, Zappa insistia que as paredes fossem todas derrubadas e todos ensaiassem juntos no espaço aberto.

9- Dio Way, Cortland

Ronnie James Dio cresceu em Cortland e a cidade decidiu expressar seu respeito pelo antigo morador nomeando uma rua a alguns anos atrás. E é a rua em que ele cresceu.

 

10 – Anthrax Street, Fayetteville

Em 1996, Mike Tate, um político, conseguiu persuadir as autoridades a nomear uma rua na Carolina do Norte em homenagem ao Anthrax. Só porque ela era um fã. Nada mais foi dito por ninguém até 2001, quando houve um susto por conta de uma ameça de que terroristas iriam lançar ataques com antraz (Amerithrax, uma carta foi enviada ao senador Tom Daschle com as bactérias que causam uma doença infecciosa).

Os moradores exigiram uma mudança de nome e conseguiram. Então, agora a rua se chama Allegiance Avenue

Fonte: MetalHammer

Heavy Metal: 5 músicos que não são metaleiros mas amam o estilo

O Heavy metal não é exatamente um estilo que agrada todo mundo, mas os headbangers estão longe de ser as únicas pessoas que ouvem. Na verdade, há uma abundância de músicos que decididamente não são metaleiros mas que são grandes fãs do gênero. Confira abaixo cinco músicos que não são metaleiros mas que gostam de metal. Este artigo foi originalmente publicado no Music Times.

1. Rivers Cuomo (WEEZER)

 

O mais próximo que o Weezer chegou do metal foi com o (muito subestimado) álbum de 2002, “Maladroit”, que incorpora alguns riffs de metal em seu som power pop bem liso. Esta influência do metal remete ao vocalista Rivers Cuomo em seus primeiros dias como músico, quando ele era membro de uma banda de prog metal situada em Connecticut chamada Avant Garde, que esteve ativa de 1985 a 1990, antes do Weezer ser formado. A mais recente referência do Weezer com o passado metaleiro de Cuomo é o título de sua compilação lançada em 2010, “Death to False Metal”.

2. John Darnielle (The Mountain Goats)

Embora John Darnielle do Mountain Goats seja conhecido pelo estilo folk, talvez sua música mais conhecida seja o “The Best Ever Death Metal Band in Denton”, que fala sbore dois garotos do ensino médio que formaram uma banda de death metal. A paixão de Darnielle pelo metal não para por aí, no entanto; Ele também escreveu um texto sobre o Master of Reality do Black Sabbath para a série 33 1/3, e em um episódio do “Situation Critical” da Pitchfork, em que os músicos escolhem músicas para uma trilha sonora de situações hipotéticas, todas as seleções escolhidas por ele foram músicas do DANZIG.

3. Dave Grohl

O NIRVANA e o FOO FIGHTERS podem ser consideradas bandas de peso, são bandas de rock, mas ninguém jamais iria considerá-los como bandas de metal. Apesar disso, Dave Grohl é um enorme fã do gênero, tendo tocado com ninguém menos do que Lemmy Kilmister do MOTÖRHEAD e ele até mesmo gravou seu próprio álbum de metal, com o PROBOT, com membros do VENOM, SEPUTLURA, NAPALM DEATH, KING DIAMOND e muito mais.

4. Ryan Adams

Em uma cena musical onde “country” significa Keith Urban, Carrie Underwood, e Florida Georgia Line, Ryan Adams se encaixa meio que desnecessariamente, mas não é por vontade própria. Na verdade, ele mesmo disse que odeia música country, e sempre quis estar em uma banda de metal ao invés disso. Em 2010, Adams finalmente seguiu seu lado metal e gravou o álbum “Orion”, um tributo à banda de prog metal canadense VOIVOD.

5. Jeff Buckley

O cantor e compositor Jeff Buckley pode ser conhecido por suas canções celestiais vagamente psicodélicas, rock-alternativo e folk, mas antes que ele embarcasse em uma carreira solo no início dos anos 90, a primeira paixão de Buckley foi o heavy metal, particularmente bandas como VAN HALEN e LED ZEPPELIN. Na verdade, dizia-se que momentos antes dele acidentalmente se afogar no Wolf River Harbor, em 1997, Buckley cantarolava “Whole Lotta Love” do Led Zeppelin, que estava tocando em um rádio na praia.

Fonte original desta matéria:
http://www.musictimes.com/articles/10513/20140920/5-non-meta…

Compridas: As músicas mais longas de grandes bandas

O Rock, em sua origem, era marcado por músicas de estruturas simples, em faixas que dificilmente duravam mais que 3 minutos. Porém, com sua evolução e surgimento de novas vertentes, em especial o Rock Progressivo, as músicas tornaram-se mais elaboradas, aumentando consideravelmente a duração de cada faixa.

Músicas mais longas abrem espaço para longas viagens instrumentais, grandes solos e em geral são uma mostra da capacidade técnica e do feeling dos músicos, uma vez que ninguém irá até o final de uma faixa longa se ela soar cansativa. A longa duração de uma canção não é garantia de que a mesma seja uma boa música, em alguns casos chegam a ser extremamente monótonas, mas na maioria das vezes são experiências únicas, que te levam a viajar sem sair do lugar.

Neste contexto, esta matéria reúne as faixas mais longas gravadas por algumas das mais importantes bandas da história do Rock e do Heavy Metal. Como é praticamente impossível citar todas as bandas, serão citadas apenas algumas e caso alguém tenha interesse, coloque nos comentários as músicas mais longas de eventuais bandas que não tenham aparecido na lista. Dentre as faixas só serão citadas músicas próprias em suas versões de estúdio. Regravações de outras bandas, faixas bônus e versões ao vivo não fazem parte dessa lista.

IRON MAIDEN – “Rime of the Ancient Mariner” – 13:35 [Escute em: “Powerslave” – 1984]
Perdem por pouco:
“Sign of the Cross” 11:17
“When the Wild Wind Blows” 10:59

METALLICA – “Suicide & Redemption (Instrumental)” – 9:57 [Escute em: Death Magnetic – 2008]
Perdem por pouco:
“The Outlaw Torn” 9:48
“To Live Is to Die” (Instrumental) 9:48

BLIND GUARDIAN – “And Then There Was Silence” – 14:05 [Escute em: A Night At The Opera – 2002]
Perdem por pouco:
“Majesty” 7:28
“Somewhere Far Beyond” 7:28

THE BEATLES – “Revolution 9” – 8:22 [Escute em: White Album – 1968]
Perdem por pouco:
“I Want You (She’s So Heavy)” 7:47
“It’s All Too Much” 6:25

BLACK SABBATH – “Megalomania” 9:46 [Escute em: Sabotage – 1975]
Perdem por pouco:
“The Writ” 8:46
“Wheels of Confusion/The Straightener” 8:02

LED ZEPPELIN – “In My Time of Dying” 11:04 [Escute em: Physical Graffiti – 1975]
Perdem por pouco:
“Carouselambra” 10:32
“Achilles Last Stand” 10:25

PINK FLOYD – “Atom Heart Mother” 23:44 [Escute em: Atom Heart Mother – 1970]
Perdem por pouco:
“Echoes” 23:29
“Dogs” 17:03

VAN HALEN – “Year to the Day” 8:34 [Escute em: Van Halen III – 1998]
Perdem por pouco:
“Once” 7:42
“Pleasure Dome” 6:57

RUSH – “2112” 20:34 [Escute em: 2112 – 1976]
Perdem por pouco:
“The Fountain of Lamneth” – 19:59
“Cygnus X-1 Book II Hemispheres” – 18:05

GENESIS – “Supper’s Ready” 22:54 [Escute em: Foxtrot – 1972]
Perdem por pouco:
“The Battle of Epping Forest” 11:49
“The Cinema Show” – 11:06

ROLLING STONES – “Goin’ Home” 11:13 [Escute em: Aftermath – 1966]
Perdem por puco:
“Sing This All Together (See What Happens)” 8:33
“You Can’t Always Get What You Want” 7:28

THE WHO – “Underture” 9:55 [Escute em: Tommy – 1969]
Perdem por pouco:
“A Quick One, While He’s Away” 9:10
“Doctor Jimmy” 8:36

GUNS ‘N ROSES – “Coma” 10:13 [Escute em: Use Your Illusion I – 1991]
Perdem por pouco:
“Estranged” 9:24
“November Rain” 8:57

LYNYRD SKYNYRD – “Free Bird” 9:06 [Escute em: Pronounced ‘Leh-‘nérd ‘Skin-‘nérd – 1973]
Perdem por pouco:
“Tuesday’s Gone” 7:32
“Born to Run” 7:25

DEEP PURPLE – “April” 12:10 [Escute em: Deep Purple – 1969]
Perdem por pouco:
“Child In Time” 10:20
“Fools” 8:21

MOTÖRHEAD – “One More Fucking Time” 6:46 [Escute em: We Are Motörhead – 2000]
Perdem por pouco:
“I Don’t Believe a Word” 6:31
“Devils” 6:00

SCORPIONS – “Lonesome Crow” 13:31 [Escute em: Lonesome Crow – 1972]
Perdem por pouco:
“Fly to the Rainbow” 9:40
“Drifting Sun” 7:42

JUDAS PRIEST – “Lochness” 13:28 [Escute em: Angel of Retribution – 2005]
Perdem por pouco:
“Cathedral Spires” 9:17
“Run of the Mill” 8:34

SLAYER – “Crypts of Eternity” 6:40 [Escute em: Hell Awaits – 1985]
Perdem por pouco:
“Seasons in the Abyss” 6:36
“At Dawn They Sleep” 6:17

DEATH – “Flesh and the Power It Holds” 8:26 [Escute em: The Sound of Perseverance – 1998]
Perdem por pouco:
“Perennial Quest” 8:22
“Spiritual Healing” 7:44

KING DIAMOND – “At the Graves” 8:56 [Escute em: Conspiracy – 1997]
Perdem por pouco:
“Room 17” 8:17

CANNIBAL CORPSE – “Meat Hook Sodomy” 5:46 [Escute em: Butchered at Birth – 1991]
Perdem por pouco:
“From Skin to Liquid” 5:30
“Shredded Humans” 5:11
“Buried in the Backyard” 5:11

SEPULTURA – “Canyon Jam (Instrumental)” 13:16 [Escute em: Roots – 1996]
Perdem por pouco:
“4648” 8:22

OPETH – “Black Rose Immortal” 20:15 [Escute em: Morningrise – 1996]
Perdem por pouco:
“By the Pain I See in Others” 13:50
“Advent” 13:45

KREATOR – “Isolation” 11:54 [Escute em: Cause for Conflict – 1995]
Perdem por pouco:
“Replicas of Life” 7:34
“The Pestilence” 6:58
“The Ancient Plague” 6:58

DESTRUCTION – “Black Death” 7:30 [Escute em: Infernal Overkill – 1985]
Perdem por pouco:
“Reject Emotions” 6:50
“Sign of Fear” 6:46

EXODUS – “Architect of Pain” 11:02 [Escute em: Force of Habit – 1992]
Perdem por pouco:
“The Atrocity Exhibition” 10:33

TESTAMENT – “Cold Embrace” 7:45 [Escute em: Dark Roots of Earth – 2012]
Perdem por pouco:
“The Ritual” 7:34
“Throne of Thorns” 7:04

TYPE O NEGATIVE – “I Know You’re Fucking Someone Else” 15:02 [Escute em: The Origin of the Feces – 1992]
Perdem por pouco:
“These Three Things” 14:21
“Unsuccessfully Coping with the Natural Beauty of Infidelity” 12:39

CANDLEMASS – “Dustflow” 9:24 [Escute em: Dactylis Glomerata – 1998]
Perdem por pouco:
“Cyclo-F” 9:18
“Demon’s Gate” 9:12

DIO – “Lock Up the Wolves” 8:33 [Escute em: Lock Up the Wolves – 1990]
Perdem por pouco:
“Eriel” 7:25
“All the Fools Sailed Away” 7:10

OZZY OSBOURNE – “No More Tears” 7:23 [Escute em: No More Tears – 1991]
Perdem por pouco:
“You Can’t Kill Rock and Roll” 6:58
“The Almighty Dollar” 6:57

RAINBOW – “Stargazer” 8:26 [Escute em: Rising – 1976]
Perdem por pouco:
“A Light in the Black” 8:12
“Rainbow Eyes” 7:11

ELP – “Tarkus” 20:40 [Escute em: Tarkus – 1971]
Perdem por pouco:
“Memoirs of an Officer and a Gentleman” 19:45
“Take a Pebble” 12:32

THIN LIZZY – “Shades of a Blue Orphanage” 7:06 [Escute em: Shades of a Blue Orphanage – 1972]
Perdem por pouco:
“Róisín Dubh (Black Rose): A Rock Legend” 7:05
“Diddy Levine” 7:04

SAXON – “Sea of Life” 8:11 [Escute em: Metalhead – 1999]
Perdem por pouco:
“The Eagle Has Landed” 6:56
“Battalions of Steel” 6:34

VENOM – “At War with Satan” 19:57 [Escute em: At War with Satan – 1973]
Perdem por pouco:
“Cursed” 7:38
“Fallen Angels” 7:06

NEVERMORE – “The Learning” 16:01 [Escute em: The Politics of Ecstasy – 1996]
Perdem por pouco:
“Forever” 9:20
“This Godless Endeavor” 8:55

BATHORY – “Twilight of the Gods” 14:02 [Escute em: Twilight of the Gods – 1991]
Perdem por pouco:
“The Wheel of Sun” 12:27
“Shores in Flames” 11:07

WHITESNAKE – “Forevermore” 7:22 [Escute em: Forevermore – 2011]
Perdem por pouco:
“Still of the Night” 6:38
“Looking for Love” 6:33

KISS – “Jungle” 6:49 [Escute em: Carnival of Souls: The Final Sessions – 1997]
Perdem por pouco:
“I Walk Alone” 6:07
“I Still Love You” 6:06

HELLOWEEN – “The King for a 1000 Years” 13:54 [Escute em: Keeper of the Seven Keys: The Legacy – 2005]
Perdem por pouco:
“Keeper of the Seven Keys” 13:38
“Halloween” 13:18

CARCASS – “Mount of Execution” 8:25 [Escute em: Surgical Steel – 2013]
Perdem por pouco:
“Inpropagation” 7:27
“Forensic Clinicism / The Sanguine Article” 7:16

BURZUM – “Rundtgåing av den transcendentale egenhetens støtte (Tour Around the Transcendental Columns of Singularity)” 25:11 [Escute em: Filosofem – 1996]
Perdem por pouco:
“Det som en gang var (“What Once Was)” 14:21
“Tomhet (Emptiness)” 14:11

FOCUS – “Anonymus Two” 26:19 [Escute em: Focus III – 1972]
Perdem por pouco:
“Eruption” 23:04
“Hamburger Concerto” 20:18

CELTIC FROST – “Triptych: II. Synagoga Satanae” 14:24 [Escute em: Monotheist – 2006]
Perdem por pouco:
“Nemesis” 7:46
“Ain Elohim” 7:33

QUEENSRŸCHE – “Suite Sister Mary” 10:41 [Escute em: Operation: Mindcrime – 1988]
Perdem por pouco:
“Roads to Madness” 9:38
“Promised Land” 7:58

MEGADETH – “When” 9:14 [Escute em: The World Needs a Hero – 2001]
Perdem por pouco:
“Good Mourning/Black Friday” 6:39
“Holy Wars… The Punishment Due” 6:32

PANTERA – “Cemetery Gates” 7:02 [Escute em: Cowboys from Hell – 1990]
Perdem por pouco:
“Hard Lines, Sunken Cheeks” 7:01
“Floods” 7:00

PARADISE LOST – “Daylight Torn” 7:54 [Escute em: Shades of God – 1992]
Perdem por pouco:
“No Forgiveness” 7:37
“Your Hand in Mine” 7:08

JOE SATRIANI – “Woodstock Jam” 16:07 [Escute em: Time Machine – 1993]
Perdem por pouco:
“Searching” 10:07
“Wind in the Trees” 7:42
“Asik Vaysel” 7:42

DREAM THEATER – “Six Degrees of Inner Turbulence” 42:02 [Escute em: Six Degrees of Inner Turbulence – 2002]
Perdem por pouco:
“Octavarium” 24:00
“Illumination Theory” 22:18

MERCYFUL FATE – “Dead Again” 13:41 [Escute em: Dead Again – 1998]
Perdem por pouco:
“Satan’s Fall” 11:23
“The Old Oak” 8:55

MORBID ANGEL – “Invocation of the Continual One” 9:47 [Escute em: Formulas Fatal to the Flesh – 1998]
Perdem por pouco:
“Summoning Redemption” 7:16
“Destructos vs. the Earth / Attack” 7:15

MANOWAR – “Achilles, Agony and Ecstasy in Eight Parts” 28:38 [Escute em: The Triumph of Steel – 1992]
Perdem por pouco:
“Today Is a Good Day to Die (Instrumental)” 9:42
“Bridge of Death” 8:58

ANGRA – “Carolina IV” 10:36 [Escute em: Holy Land – 1996]
Perdem por pouco:
“Unholy Wars” 8:14
“The Shadow Hunter” 8:04

AC/DC – “Soul Stripper” 6:27 (Escute em: ’74 Jailbreak – 1984)
Perdem por pouco:
“Night Prowler” 6:17
“Overdose” 6:09

QUEEN – “Hidden Track” 22:54 [Escute em: “Made in Heaven” – 1995]
Perdem por pouco:
“The Prophet’s Song” 8:17
“The March of the Black Queen” 6:33

YES – “The Solution” 23:47 [Escute em: “Open Your Eyes” – 1997)
Perdem por pouco:
“The Gates of Delirium” 21:50
“Ritual (Nous sommes du soleil)” 21:37

Fonte: Compridas: As músicas mais longas de grandes bandas http://whiplash.net/materias/curiosidades/192479-dreamtheater.html#ixzz3EAKtOiKZ

Fonte: Encyclopaedia Metallum

Em 11/2013

Como era o mundo da música em 1971

Há 40 Anos… Os anos 70 já não eram algo tão novo assim. Os Beatles tinham acabado, Have You Ever Seen the Rain? tocava nas rádios dia e noite, o Brasil já era tricampeão mundial de futebol, Eric Clapton já havia lançado com o Derek and the Dominos o espetacular Layla and Other Assorted Love Songs, e a década se mostrava rapidamente como a mais criativa no mundo da música.

O ano era 1971. Uma avalanche de álbuns que ficariam para a eternidade tomava proporções inimagináveis. Foi em 71 que o Jethro Tull lançou o supremo Aqualung, no mesmo ano que a banda America dava as caras com seu disco homônimo. Quem nunca foi a um barzinho e repetiu o “la, la, la” do refrão de A Horse with no Name, cantada ao violão? Janis Joplin tinha morrido de overdose no ano anterior, mas foi em 71 que Pearl, seu disco mais conhecido, foi lançado. O Walt Disney World é inaugurado, mas nem tudo eram rosas; Charles Manson era notícia e a Guerra do Vietnã se arrastava. Mas ainda havia a ingenuidade dos anos 60 no ar e sim, muitas bandas achavam que iam mudar o mundo e mudaram! John Lennon lançava Imagine, imaginem: isso foi há 40 anos!

Penso como seria, hoje, escrever um artigo sobre a música no mundo em 1971, no melhor estilo Back to the Future.

O Led Zeppelin lança seu quarto álbum e tem uma música épica, que vai ficar na história, o nome dela é Stairway To Heaven. Aposto que até 2011 esse disco venderá 24 milhões de cópias. Esse é o som da moda. O Black Sabbath é a banda do momento e seu Master of Reality é, sem duvida, mais uma obra prima. Para quem é fã do estilo tem também o novo do Deep Purple, Fireball.

Sobrou dinheiro para comprar mais um disco? Alice Cooper lançou o clássico Love it to Death e, aproveite, pois todas essas bandas estão no ápice da carreira com suas formações clássicas! Heavy Metal não é muito a sua praia? Já ouviu o novo do Bee Gees? Chama-se Trafalgar, e aposto que daqui a 40 anos seus filhos cantarão How Can You Mend a Broken Hear em um videoquê. Não sabe o que é um videoquê? Está vendo? Todo mundo é mais feliz em 1971!

Falando em felicidade, não pode morrer feliz quem nunca escutou Tea for the Tillerman, do Cat Stevens, que agora lança o Teaser and the Firecat. Mas ele ainda é Cat Stevens! Quer viajar? Já ouviu 200 Motels, do Frank Zappa? É experimentalismo demais? Que tal, então, o L.A. Woman, do The Doors? Tem também o Meddle, do Pink Floyd. Se gostar de progressivo não perca The Yes Album, do Yes. Prefere viajar no virtuosismo? Tente o Pictures At An Exhibition, do Emerson, Lake & Palmer. Gosta de rock? Do bom e velho rock? Os Stones estão lançando um de seus melhores álbuns, o famoso Sticky Fingers… isso mesmo, aquele do zíper.

Há também o Rod Stewart com o Every Picture Tells a Story. Quer mais peso? Ele gravou com o Faces o A Nod Is as Good as a Wink to a Blind Horse, disco que viria a se tornar influência para a geração punk que chegaria alguns anos depois. Falando em peso, já ouviu o Who’s Next, do The Who? Quer algo mais leve? Don McLean acaba de dar a luz a American Pie, e Elton John lança o seu melhor disco: Madman Across The Water.

O que? Os brancos dominaram a indústria da música? Onde estão os negros sempre tão geniais?

1971 foi o ‘Ano Internacional da Luta contra o Racismo e a Discriminação Racial’, e Marvin Gaye lança um dos discos mais aclamados de todos os tempos, What’s Going On. O Sly & the Family Stone esta nas lojas com There’s A Riot Goin’ On… já ouviu esse? Não? Deveria! Aproveite e compre também o Maggot Brain, do Funkadelic. Nesse ano ainda os Jacksons 5 lançam dois discos: Maybe Tomorrow e Goin’ Back to Indiana. É mole? Você ainda não ouviu a Tina Turner cantando Proud Mary na rádio? Gosta de cantoras? Carole King lançou o Tapestry.

Não citei todos? Verdade! O David Bowie veio com o estupendo Hunky Dory. Sim, faltou também o David Crosby que lançou o charmoso If I Could Only Remember My Name… bem lembrado! O quê? Você mora no Brasil, e nessa época os discos levam anos para chegar, pois praticamente não entra produto importado no país devido ao tal do protecionismo? Aqui no Brasil um maluco montou uma tal Sociedade da Grã-Ordem Kavernista, aposto que ele vai fazer sucesso em breve dizendo ser a Mosca na Sopa no lado A e fechando o lado B com uma épica reclamação do sucesso. Ele deveria, sim, estar contente! Mas corram, pois essa sociedade vai sumir misteriosamente das prateleiras, assim como surgiu.

O Robertão fez Detalhes. Tá certo que outros cabeludos tentarão, em vão, gravar essa música, mas ele, o Robertão, não vai parar de cantá-la nunca. E falando em Robertão, aquele gordinho que deu as primeiras aulas de violão para ele lançou seu segundo disco que é o “ó do borogodó” (ou seria uma brasa?). Sem título, apenas Tim Maia vol 2 e “Salve Nossa Senhora”! O compositor de maior prestígio do país lança o seu disco de maior prestígio: Construção. O Caê está morando em Londres, mas London, London será sucesso na década seguinte e não queiram nem saber com quem. E o Brasil não seria Brasil sem as Cartas de Amor, do Waldik Soriano, ou sem Luiz Gonzaga cantando Ovo de Codorna, e sem a Tonga da Mironga do Kabuletê.

Como acredito que jamais poderei viver em 1971, penso como será em 2051, se me pedirem para escrever sobre a música no mundo em 2011. Pois é! Poderei escrever que em 2011 grandes discos completavam 40 anos…

(Cleiton Profeta, 10/03/2011)

Cleiton Profeta é músico e já montou alguns musicais para quem odeia musicas. Atualmente se dedica a sua loja de instrumentos e tenta ouvir todos os bons discos já lançados no mundo.

Fonte: Blog Rockrônico

Qual integrante dos Beatles você seria?

Você é um beatlemaníaco?

Fonte:http://www.playbuzz.com

Kiss: faixas essenciais para entender a banda nos seus 40 anos

Aproveitando que neste ano de 2013 o KISS completou 40 primaveras, resolvi enumerar as canções que considero “essenciais” da banda. Primeiramente, gostaria de esclarecer que não sou crítico musical. Sou apenas um grande admirador do som do KISS, sendo eles o grupo musical que mais ouvi na vida (ouço, praticamente, todos os dias).

Se você, fã de KISS como eu, precisasse indicar a alguém que deseja conhecer todas as faces do grupo em poucas músicas, quais seriam as escolhidas? Podem não ser, pessoalmente ou necessariamente, as melhores músicas da banda, já que podemos gostar mais de uma fase do que de outra e nem sempre o que é bom para uma pessoa é bom para outra. E o KISS teve muitas fases distintas (e isso os marcou tanto para o bem quanto para o mal).

Nesta lista citarei as faixas que, no meu entender, melhor definem a sonoridade já praticada pelo quarteto nova-iorquino ou que melhor representam a sua extensa discografia.

Eis as escolhidas, em ordem cronológica:

100,000 Years (Kiss – 1974)

O álbum de estreia do KISS, embora tenha fracassado no inicio foi, tempos depois, devidamente reconhecido como um grande trabalho. A nona faixa do disco tem todo um “clima” diferente que, por si só, já chama a atenção, a começar pela introdução no baixo de Gene Simmons. Muito utilizada nos shows como tema para o solo de bateria. Tudo na música é harmonioso e com um feeling incrível.

Black Diamond (Kiss – 1974)

Ainda do primeiro disco temos este petardo. Esta música foi o primeiro “Rock de Arena” da banda, estilo de composição que o Kiss utilizaria muito ao longo dos anos. Eternizada na voz rouca de Peter Criss a faixa tem uma força incrível ao vivo, tanto que sua versão definitiva é a do álbum duplo “Alive!” O solo de Ace Frehley em “Black Diamond” também é frequentemente lembrado como um dos melhores que ele já fez.

Rock And Roll All Nite (Dressed To Kill – 1975)

Bem, sempre e em qualquer lista de canções importantes do KISS encontraremos, obrigatoriamente, “Rock And Roll All Nite”, visto que se trata do maior clássico da banda e um dos maiores da história do rock. Composta por Gene (que fez os versos) e Paul (que fez o refrão – tão eternizado), esta canção simboliza tudo o que o KISS sempre pregou: Rock N’ Roll e festa o dia inteiro. Curiosamente, naversão em estúdio ela não tem solo, falha esta que foi devidamente (e muito bem) suprida no disco “Alive!” Esta música transborda uma energia inexplicável! Aliás, ela é tão incrível que até covers feitas por cantora pop soam agradáveis!

Detroit Rock City (Destroyer – 1976)

 

Outra faixa que sempre entrará em qualquer lista de canções essenciais do KISS. Abre o aclamado disco “Destroyer”. Ela conta a história de um jovem que sofre um acidente a caminho de um show da banda. A introdução, limada em várias coletâneas, ajuda a compreender a atmosfera da música. As dobras de guitarra, um dos elementos característicos do KISS, são marcantes, assim como o seu solo: melódico e magnífico! Enfim, mais um grande clássico do rock concebido pelo KISS!

God Of Thunder (Destroyer – 1976)

 

O riff de “God Of Thunder” é de deixar até o “pai” dos riffs, Tony Iommi (Black Sabbath), orgulhoso! A história de sua gravação se tornou amplamente conhecida: Bob Ezrin, que produziu o álbum, convenceu Paul Stanley, autor da faixa, a ceder os vocais a Gene Simmons por achar que a temática soturna que ele idealizara para a canção teria mais a ver com o baixista. Com alterações nos arranjos como a inclusão de vozes de seu próprio filho, Ezrin transformou “God Of Thunder” na canção mais soturna do KISS. Não à toa ela costuma ser executada após o tradicional teatro de cuspir “sangue” protagonizado por Gene nos shows. Também é uma das canções mais coverizadas do grupo. Além de ser considerada por alguns como a precursora do Death Metal.

Love Gun (Love Gun – 1977)

 

Em 1977 o KISS era a banda mais popular dos EUA (segundo uma pesquisa da Gallup). “Alive!” e “Destroyer” elevaram o patamar do grupo e o ápice foi atingido com o lançamento do disco “Love Gun”. A faixa homônima conta com uma das melhores linhas de bateria de Peter Criss, principalmente na parte em que simula uma metralhadora. A letra com duplo sentido, tão corriqueiro nas composições do quarteto, também se faz presente. Paul Stanley tem uma grande performance vocal e Ace Frehley faz um solo magistral. Curto, porém fantástico! Paul canta o refrão enquanto Ace faz o solo, algo habitualmente usado pela banda e que ficou perfeito! “Love Gun” é presença certa nos setlists há 36 anos (Stanley, inclusive, já declarou sua predileção pela faixa). Um clássico absoluto!

A World Without Heroes (Music From The Elder – 1981)

 

“Music From The Elder” com sua ideia “prog conceitual” foi um fracasso total em termos de vendas e receptividade por parte da maioria dos fãs. Mas, para alguns é um dos melhores discos do grupo. E assim como o álbum, a faixa “A World Without Heroes” é amada por uns e odiada por outros. A cena de Gene chorando no fim do vídeo promocional também gerou discussões. Levando-se em conta a paixão do baixista por histórias em quadrinhos (a ideia das máscaras dos integrantes e capas de álbum como se fossem super-heróis!) não é difícil imaginar que ele acredita realmente no que diz a música. Destaque para o solo estupendo de Paul Stanley, mostrando que suas qualidades musicais vão muito além de compor e cantar.

I Love It Loud (Creatures Of The Night – 1982)

 

Um dos maiores hits da banda, principalmente no Brasil. Era a faixa de trabalho quando o grupo veio pela primeira vez ao país e fez shows históricos, em 1983. Muita gente passou a gostar de rock depois dessa música. Só por isso já mereceria estar na relação. Some-se a isso o fato dela fazer parte do aclamado “Creatures Of The Night” e sua inclusão entre as músicas essenciais do Kiss vira obrigação.

Heaven’s On Fire (Animalize – 1984)

 

Uma das vertentes que dominaram os anos 80 foi o hair metal. E o Kiss, como de costume, entrou na onda. E por mais que tenha deslizado em alguns momentos, o saldo foi positivo. Ainda que tenha se distanciado do seu estilo original, não é difícil encontrar canções de qualidade neste período e “Heaven’s On Fire” é um exemplo disto.

Forever (Hot In The Shade – 1989)

 

O Kiss possui várias baladas excelentes, para todos os gostos, e esta é um dos seus maiores expoentes deste tipo de composição. Deve ser uma das três músicas mais conhecidas do grupo no Brasil, sendo até tema de uma telenovela “global” (Rainha da Sucata, 1990). Tudo se destaca na faixa, em especial a bateria de Eric Carr. O solo de violão de Bruce Kulick também é inspirado. Em “Forever” oKISS demonstra com se fazer uma grande balada. Muita gente que não gosta de rock, inclusive, conhece o KISS devido a esta música.

Jungle (Carnival Of Souls: The Final Sessions – 1997)

 

“Jungle” faz parte de outro disco controverso, que só foi lançado oficialmente após ser pirateado. Na mesma linha do “amado por muitos, odiado por tantos”, “Carnival Of Souls” ficou conhecido como o álbum “grunge” do Kiss, embora esta definição não seja completamente aceitável para defini-lo. O disco, na verdade, tem muitas outras influências como thrash, doom e heavy metal. Esta é a faixa de estúdio mais extensa dentre todas as já gravadas na história da banda (6:49) e, assim como o álbum inteiro, apresenta uma sonoridade diferente do KISS habitual mas de muita qualidade. Nesta fase é que encontramos o guitarrista Bruce Kulick mais à vontade e confiante em todo o período em que esteve no grupo.

Psycho Circus (Psycho Circus – 1998)

 

Em 1998, o retorno dos membros originais acabou se tornando objeto de grande polêmica, principalmente após a divulgação de que quase nada do álbum gravado por eles teve, efetivamente, a participação de Ace Frehley e Peter Criss. Mas se tem algo que é unanimidade entre os fãs (e entre os críticos também) é que a faixa-título que abre o disco já nasceu clássica! Uma música soberba, com toda a energia que só o Kiss consegue transmitir.

All For The Glory (Sonic Boom – 2009)

 

Talvez a escolha mais polêmica da lista, afinal, todas as outras se tornaram, em escala maior ou menor, mas indubitavelmente, clássicas (exceto “Jungle” e, talvez, “A World Without Heroes” – mas essas ao menos são consideradas “cult” hoje em dia)! Esta jamais foi executada em um mísero show sequer, nem tampouco foi single do seu disco. Ou seja, uma canção totalmente ignorada pela banda. No entanto, dentre todas as composições desta nova e prolífera formação, é provável que nenhuma delas contenha mais elementos genuinamente “KISS” do que esta. Paul, novamente, cede uma grande faixa sua a outro membro, desta vez a Eric Singer. Eric, por sua vez, tem uma performance incrível não só na bateria, mas também nos vocais. O guitarrista Tommy Thayer faz aqui, na minha humilde opinião, o seu melhor solo na banda e um dos melhores de toda a história do KISS. Até hoje não entendo o motivo desta música não ter sido explorada ao vivo. Ela possui todas as características que fizeram o sucesso do grupo nestes 40 anos: animada, riff empolgante, refrão “ganchudo”, solo animal, vocal perfeito… enfim, tudo o que se espera de uma (grande) canção do KISS.

Ao ouvir todas estas faixas, um desavisado poderá achar que se trata de várias bandas, mas não, tudo isso foi criado por uma única banda. Nestas 4 décadas de vida o grupo “viajou” por várias vertentes do rock e acabou sempre nos presenteando com músicas incríveis. O KISS provou que é capaz de fazer grandes canções qualquer que seja o estilo proposto.

Fonte:http://whiplash.net/materias/melhores/174213-kiss.html

Kerrang: Site elege as 60 maiores bandas da atualidade

O site da revista britânica Kerrang elegeu as 60 maiores bandas de hoje. Para montar essa lista foram considerados os números em álbuns vendidos, ingressos e participações em shows e festivais, materiais de merchandising e os números que essas bandas apresentam nas redes sociais.

Veja como ficou:
60. Marmozets
59. Airbourn
58. Halestorm
57. Bury Tomorrow
56. Shinedown
55. Sleeping With Sirens
54. Deaf Havana
53. Yellowcard
52. While She Sleeps
51. Deftones
50. Young Guns
49. Don Broco
48. Neck Deep
47. The All-americans Reject
46. Leftlive
45. Bullet For My Valentine
44. Killswitch Engage
43. Issues
42. We Are The In Crowd
41. Mallory Knox
40. Lower Than Atlantis
39. Twin Atlantic
38. Black Veil Brides
37. Of Mice & Men
36. Steel Panther
35. Papa Roach
34. Tonight Alive
33. Weezer
32. All Time Low
31. Enter Shikari
30. The Offspring
29. Panic At The Disco
28. Jimmy Eat World
27. Pierce The Veil
26. Korn
25. Falling In Reverse
24. Pearl Jam
23. Green Day
22. Asking Alexandria
21. Rammstein
20. Limp Bizkit
19. AC/DC
18. You Me At Six
17. Black Stone Cherry
16. Bring Me The Horizon
15. A Day To Remember
14. Avenged Sevenfold
13. Muse
12. The Pretty Reckless
11. 30 Seconds to Mars
10. Queens of The Stone Age
09. Paramore
08. Slipknot
07. Biffy Clyro
06. Blink 182
05. Iron Maiden
04. Foo Fighters
03. Metallica
02. Fall Out Boy
01. Linkin Park
Fonte: Kerrang