Os mistérios que ainda rondam a morte de Kurt Cobain


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Desde sua estreia em janeiro no Festival de Cinema de Sundance até a chegada aos cinemas, só se fala no doc“Montage of Heck”, dirigido por Brett Morgen – o primeiro (com música e imagens inéditas) autorizado pelo espólio de Kurt Cobain. A produção, segundo a própria filha de Kurt, Frances, “tem a intenção de mostrar o homem, não o líder do Nirvana”, morto sobre condições até hoje discutíveis. A versão oficial é a de suicídio, em abril de 1994, aos 27 anos.

Fatos ou conspiração?

Em “Montage of Heck”  o lado humano de Cobain é escancarado – desde a infância até a explosão da fama. Já o “lado sombrio” ficou de lado, reservado para outro filme, que combina documentário e dramatização: “Soaked In Bleach”, previsto para chegar ainda em 2015. O  filme promete colocar em xeque a “real causa” da morte de Kurt, com base em apuração feita pelo investigador original do caso, Tom Grant.

Mas será que o conteúdo do filme será composto por  fatos ou apenas conspirações? Para isso, vamos investigar a sequência de eventos que culminou com a descoberta do corpo de Kurt Cobain em 8 de abril de 1994 em sua residência.

Lista de mistérios

O investigador Tom Grant aponta como duvidosa uma série de eventos ligada ao “suicídio oficial” de Kurt Cobain.
 Além da infame nota de suicídio, Tom Grant aponta a existência de uma outra carta. Ela teria sido deixada debaixo do travesseiro de Courtney Love, segundo afirmação feita por ela mesma à revista Rolling Stone, em dezembro de 1994. Um ano depois, Grant confrontou Courtney, dizendo que ele tinha inspecionado o quarto, sem encontrar a carta. No local, o investigador afirmou ter achado um sonífero, chamado Rohypnol.

A segunda carta mencionada por Tom Grant, não revelaria pistas sobre o eventual suicídio. No texto, citado por Courtney, Kobain escreveu: “Eu amo Frances, mas não me siga, por favor. Não sei aonde estou indo, mas não posso ficar mais aqui”.

A arma encontrada ao lado de Kurt em sua casa no número 171 da Lake Shore, em Seattle, foi comprada em 26 de março de 1994 na Stan’s Gun Shop pelo amigo e guitarrista da banda Earth, Dylan Carlson. Após a morte de Kobain, Carlson admitiu: “Kurt não tinha a intenção de se matar. Eu nunca teria comprado a arma se ele estivesse assim. Ele não parava de falar sobre seus planos para o futuro” – (entrevista concedida ao autor de “Who Killed Kurt Cobain?” de Ian Halperin e Max Wallace).

Legistas apontaram que Kurt tinha injetado heroína capaz de deixar qualquer pessoa inconsciente em questão de segundos. Sendo assim, ele não teria tempo suficiente de pegar o revólver e atirar contra si.

Nikolas Hartshorne, o médico que examinou o corpo de Kurt Cobain, logo deu o caso por encerrado, apontando suicídio. Hasthorne tinha uma longa relação de amizade com Courtney Love e seu ex-marido, James Moreland.

Tom Grant afirma que a arma foi posicionada na boca de Kurt, mas as balas não foram expelidas e não houve perda de sangue significativa – algo incomum para o tipo da arma usada.

Fonte: 89 A Radio Rock

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