Banda israelita de heavy metal com fortes influências da música tradicional do Oriente Médio.


Orphaned Land foi criado em 1991. Na altura o nome da banda era Resurrection. Em 1992, depois de algum tempo passado á procura de um som próprio, a banda focou-se na cultura do médio oriente. Adaptaram o nome de Orphaned Land e o seu estilo foi-se aproximando do oriental metal. A sua música combina vários estilos musicais e filosofias.




                               


No ano seguinte, depois do lançamento da primeira demo The Beloved’s Cry é assinado um contrato com a editora francesa Holy Records, por dois álbuns. Sahara, o primeiro, é apresentado em 94. Dois anos depois é a vez de El Norra Alila.

Depois do sucesso destes dois álbuns, a banda recebeu várias propostas de editoras. A escolhida foi a Century Media, em 97.

Durante seis anos a banda este em hiatus. Em 2004 o Orphaned Land faz uma mini tour por Israel e Turquia. Ainda nesse ano terminam o álbum Mabool. Depois do lançamento deste álbum, assinam com a agência ICS. Segue-se uma tour que abrange 4 continentes e quase 30 países. A banda participa nos festivais Wacken Open-Air, Summer-Breeze, Hellfest e ProgPower.

Em janeiro de 2010, o Orphaned Land lançou o sucessor do aclamado Mabool, intitulado The Never Ending Way of ORWarriOR (“O Caminho Infinito do Guerreiro da Luz”, em português) e o conceito é a batalha entre a luz e a escuridão. O álbum tem um som diferente do Mabool, e foi mixado por Steven Wilson (Porcupine Tree). O primeiro single do CD, “Sapari” foi colocado no MySpace com duas outras faixas, “Vayehi OR” e “Disciples of the Sacred Oath II”. No início de 2011, The Never Ending Way of ORWarriOR foi avaliado pelo Metal Storm com o melhor álbum de metal progressivo de 2010 pelos usuários com 421 votos de um total de 1130.

”banda já actuou em Portugal, no festival SWR Barroselas Metal Fest a 2 Maio de 2010. Em 20 de abril de 2012, o grupo se apresentou no festival Metal Open Air, São Luís, Brasil.”
Em 2011 a Century Media/Shinigami Records lança o DVD duplo, mais um CD com o áudio da apresentação principal (sem algumas músicas devido à limitação de tempo do disco). Hora de debulhar tudo, a começar pela divertida capa e pelo livreto, cheio de fotos bacanas, além obviamente da ficha técnica. Começou bem.

                                     



Como um todo, o show possui imagens e sons ótimos (com opção de estéreo ou surround 5.1, mas com legendas em inglês, um pecado). O local é pequeno, mas bastante acolhedor, o que certamente aproximou mais o apaixonado público dos integrantes, algo que chama bastante a atenção ao se assistir ao vídeo. Realmente, a banda tem muito carisma e entretém o pessoal facilmente. Isso é percebido já na música de abertura (após a introdução) – “Halo Dies”. Muito legal a edição do áudio deixar o som da plateia “participar” do espetáculo com seu “volume” equilibrado com o som dos músicos. Além disso, a linda iluminação no palco deixou tudo mais gracioso. Quanto às câmeras, o pessoal inovou (ao menos nunca vi outro DVD assim) e as colocou em lugares inusitados, até então usados em takes de vídeo clipes: além das extremidades das guitarras e baixo, e também no bumbo da bateria, uma das filmadoras foi acoplada à base do pedestal do microfone de Kobi Farhi, o vocalista principal. Os recursos, embora mais usados somente no início de tudo, geraram um festival de enquadramentos muito interessantes e deram um tom mais dinâmico ao show. Quanto às performances, o pessoal também faz bonito e agita, além de mostrar simpatia através de sorrisos sinceros. O mais empolgado parece ser o baixista Uri Zelha, que praticamente só para de bater cabeça no intervalo entre as canções. E merece um destaque especial o baterista Matan Shmuely, que faz o que quer de seu instrumento. É impressionante a habilidade do ser! E em determinados momentos, ele também faz uma ou outra participação como backing vocal: urros mais poderosos do que os de Farhi! Quanto às músicas do repertório, sou suspeito, pelo que expus no primeiro parágrafo, mas todas cumprem seu papel com competência e beleza, mesmo aquelas acústicas que apagam um pouco o fogo da apresentação. É preciso mencionar “Codeword Uprising”, bem agressiva e direta, com participação de Tomer Jones, que cantou até 2010 na Whorecore. Simplesmente fantástica!

Interessante mencionar um trecho em que Farhi “some” do palco e reaparece depois no meio dos fãs, cantando e agitando. Logicamente que o pessoal todo corresponde e começa a vibrar junto.

E a apresentação tem “só” quase duas horas de duração! Tá bom pra você? Não, né? Ok, depois de tudo, tem-se o outro DVD, com mais quase quarenta minutos (!), composto por algumas faixas bônus do show, além de um documentário legendado, clipes e uma galeria de fotos (poucas, porém interessantes)! Aparentemente essas bônus ficaram de fora do primeiro disco por se dirigirem a um público mais específico. As duas primeiras composições, por exemplo, que contam com a participação do músico Yehuda Poliker (conhecido?), são cantadas na língua natal da Orphaned Land. Em “Drums & Percussion Solo”, como o título já entrega, Shmuely exibe todos os seus dotes em um solo interessante, contando até com um breve trecho de ‘blast beats’ (e caretas no melhor estilo Mick Harris – ex-batera do Napalm Death) e com um ótimo final, uma referência à inigualável “Raining Blood” (Slayer). Na seguinte – “Seasons Unite” – os bangers abrem uma roda e o pobre cinegrafista fica bem no meio dela. Mas calma, ele não é atingido quando a molecada parte pra cima um do outro. E é nela que a banda mostra seu lado mais violento e pesado. Muito boa!

Bom, chega a hora do documentário sobre a data comemorativa do conjunto. Os membros contam a história da banda, porém o registro é superficial no que diz respeito à sua discografia. Nos depoimentos, eles se atêm mais a fatos delicados, como sua separação, que durou sete anos, além de religião e política, as duas últimas bastante complexas para o grupo, como todos devem imaginar.

                             Dê uma conferida no trailer desse Dvd incrível!

ORPHANED LAND “THE ROAD TO OR-SHALEM” DVD track listing:

DVD1:
1. Halo Dies
2. Birth Of The Three
3. Olat Hatamid
4. The Kiss Of Babylon
5. A Never Ending Way
6. Disciples Of The Sacred II
7. Bereft In The Abyss
8. The Storm Still Rages Inside
9. Sapari
10. From Broken Vessels
11. Ocean Land
12. M I?
13. New Jerusalem
14. Vayehi Or
15. The Warrior
16. Baraka
17. Codeword: uprising
18. El Meod Na’ala
19. In Thy Never Ending Way
20. The Beloved’s Cry
21. Norra El Norra
22. Ornaments Of Gold

DVD 2:

1. Bakapaim (with Yehuda Poliker)
2. Halom Layam Hatihon (with Yehuda Poliker)
3. The Path Part 1 – Treading Through Darkness
4. drums & percussion solo
5. Seasons Unite (from the album SAHARA)
6. Thee By The Father I Pray (from the album EL NORRA ALILA)

* Documentary – Vayehi Or (produced in ORT Technikum Givataim)
Screenplay & Director: Matan Peer
* Videos – Sapari, Norra El Norra, Ocean Land
* Slide show/band fotos

O vocalista Kobi Farhi se mostra bem versátil apresentando estilos bem diferentes de cantar em uma mesma música, como em “Disciples of the Sacred Oath II”.

                             

Por falar em vocal, A banda traz a participação da cantora Shlomit Levi que dá um toque especial com sua colaboração em músicas como: New Jerusalém (no vídeo abaixo), Sapari, Norra El Norra, 

                             

Gênero e influências:


Orphaned Land é comumente referido como oriental metal, por vezes folk metal, embora os membros descrevam seu som como “Middle-eastern progressive metal” (Metal progressivo do oriente médio).

Nos dois primeiros álbuns, o Orphaned Land apresentava um Death/doom mesclado com sua sonoridade oriental que o tornou conhecido. A partir do Mabool, a banda incorpora progressividade ao seu som, onde teclados, sintetizadores e os instrumentos nativos do oriente médio estão mais presentes que nos álbuns anteriores. Com o lançamento do ORWarriOR em 2010, o grupo seguiu a linha do metal progressivo, só que desta vez com menos sintetizadores em relação ao Mabool, abrindo espaço para um som mais orgânico, com violinos em escala árabe, e dando continuidade ao constante uso dos instrumentos exóticos. Paradise Lost, Yehuda Poliker, Opeth, Sepultura e Porcupine Tree são citados pelos membros como influências para a banda.


Integrantes:

Kobi Farhi – vocais

Yossi Sassi (esse acaba de deixar a banda)- guitarra e fundador, violão e instrumentos orientais

Uri Zelcha – baixo

Chen Balbus – guitarra

Matan Shmuely 


Ex-integrantes

Sami Bachar
Itzik Levy
Yatziv Caspi
Eran Asias
Avi Diamond
Eden Rabin
Matti Svatizky
Shlomit Lev

DISCOGRAFIA:

Demos[editar código-fonte]
The Beloved’s Cry (1993)

EPs:

The Calm Before the Flood (2004)
Promo Split MCD (2005) – (com Sentenced)
Ararat (2005)
Álbuns de estúdio:
Sahara (1994)
El Norra Alila (1996)
Mabool (2004)
The Never Ending Way of ORWarriOR (2010)
All is One (2013)


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